Italianos prevêem problemas com alimentos nos Jogos Olímpicos
Os atletas italianos podem ficar sem algumas frutas e presunto nas Olimpíadas se a China não flexibilizar barreiras contra as exportações destes produtos.
A Itália, como outros países, está preocupada com a qualidade e a segurança da comida chinesa e tenta que Pequim libere seus alimentos. O Comitê Olímpico dos EUA, por exemplo, está pronto para transportar toneladas de alimentos.
A organização dos Jogos informou em dezembro que a Vila Olímpica terá pouca comida típica do oriente. "Comida de origem asiática, incluindo pratos chineses, japoneses e coreanos, vão representar cerca de 30% do cardápio da Vila Olímpica. A culinária ocidental será maioria", disse Xiang Ping, diretora do departamento de serviços das Olimpíadas.
Porém, o governo chinês resiste em liberar no país a entrada de alimentos proibidos, entre eles vários fabricados na Itália. "As importações na Itália de alimentos da China superam quase sete vezes o valor das exportações italianas feitas para lá", disse em nota a associação agrícola italiana Coldiretti. "As relações comerciais deveriam ser revistas", sugere a entidade.
A Itália, como outros países, está preocupada com a qualidade e a segurança da comida chinesa e tenta que Pequim libere seus alimentos. O Comitê Olímpico dos EUA, por exemplo, está pronto para transportar toneladas de alimentos.
A organização dos Jogos informou em dezembro que a Vila Olímpica terá pouca comida típica do oriente. "Comida de origem asiática, incluindo pratos chineses, japoneses e coreanos, vão representar cerca de 30% do cardápio da Vila Olímpica. A culinária ocidental será maioria", disse Xiang Ping, diretora do departamento de serviços das Olimpíadas.
Porém, o governo chinês resiste em liberar no país a entrada de alimentos proibidos, entre eles vários fabricados na Itália. "As importações na Itália de alimentos da China superam quase sete vezes o valor das exportações italianas feitas para lá", disse em nota a associação agrícola italiana Coldiretti. "As relações comerciais deveriam ser revistas", sugere a entidade.
Marcadores: Olimpíadas 2008

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