Federer e Djokovic na semifinal, como sempre
Há alguns anos, quando se discutia no tênis se as mulheres deveriam ganhar os meses prêmios dos homens, um dos argumentos contrários a essa idéia era a disputa muito mais acirrada no circuito masculino, enquanto na WTA sempre as mesmas chegavam às finais e ganhavam.
Hoje, esse argumento virou fumaça. Nesta manhã, o suíço Roger Federer e o sérvio Novak Djokovic atropelaram respectivamente James Blake e David Ferrer e estão nas semifinais do Aberto da Austrália. Do outro lado, Rafael Nadal pegará a maior surpresa do circuito em muito tempo, Jo-Wilfried Tsonga.
Mas é sempre assim. Os únicos capazes de derrotar Federer e Nadal parecem ser eles próprios. Djokovic domina os que estão abaixo dele no ranking, mas ao pegar o suíço e o espanhol, sucumbe. E a história vem se repetindo há tempos, sem mudanças.
Já entre as mulheres a coisa ficou mais emocionante. Quatro cabeças-de-chave estão nas semifinais, mas Justina Henin e Svetlana Kuznetsova, as duas primeiras, caíram.
Entre Sharapova, Jankovic, Ivanovic e Hantuchova, não há favoritas. Já na chave masculina, uma derrota de Federer seria surpreendente.
O tênis masculino ficou chato. E o feminino está cada vez mais emocionante.
Mas é sempre assim. Os únicos capazes de derrotar Federer e Nadal parecem ser eles próprios. Djokovic domina os que estão abaixo dele no ranking, mas ao pegar o suíço e o espanhol, sucumbe. E a história vem se repetindo há tempos, sem mudanças.
Já entre as mulheres a coisa ficou mais emocionante. Quatro cabeças-de-chave estão nas semifinais, mas Justina Henin e Svetlana Kuznetsova, as duas primeiras, caíram.
Entre Sharapova, Jankovic, Ivanovic e Hantuchova, não há favoritas. Já na chave masculina, uma derrota de Federer seria surpreendente.
O tênis masculino ficou chato. E o feminino está cada vez mais emocionante.
Marcadores: Opinião

2 Comentários:
O Djokovic jogou muito nos dois primeiros sets, mas pregou no terceiro, estava exausto. Se o Ferrer, que teve uma quebra no décimo game, tivesse vencido a terceira parcial, não sei, não. Sobre o Tsonga, acho que ele é menos surpreendente que o Baghdatis, em 2006.
O tênis masculino vive uma fase parecida com a F-1 entre 2000 e 2004. Sempre parece surgir uma surpresa, mas a mesma "elite" se mantém durante bastante tempo.
O feminino está divertido. Mas nunca vi uma geração tão fraquinha quanto a atual. A Hantuchova, que é um espetáculo, não joga o suficiente para ser uma das top 10.
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